sexta-feira, 22 de março de 2013

Tigre Da Tasmânia

Tigre da Tasmânia 

Top 10 animais extintos

Este mamífero, também conhecido como lobo da Tasmânia, talacino, lobo marsupial ou Tigre da Tasmânia era um carnívoro marsupial nativo da Austrália. O último exemplar capturado vivo foi vendido ao Hobart Zôo da Tasmânia em 1933 e morreu em 1936. Recém então o Governo da Tasmânia havia declarado o "espécie protegida", mas já era muito tarde.O tilacino era muito parecido com os canídeos de outros continentes, apesar de não ser aparentado com nenhum deles. Era um carnívoro adaptado à captura de presas de tamanho pequeno ou médio. Tinha um corpo estilizado, patas finas e rabo igualmente delgado. Sua pelagem era curta com riscas negras ou marrons na parte traseira, daí o nome de tigre. As mandíbulas podiam abrir-se até extremos assombrosos, quase como as de um réptil, e era dotado de 46 dentes.Antes da chegada dos colonos ingleses e dos dingos, o tilacino não tinha concorrência, mas não pôde fazer frente ao novo competidor. Os ataques aos rebanhos de ovelhas fez com que os pastores e o próprio governo colonial os considerasse pragas necessárias de extermínio. E conseguiram antes da primeira metade do século XX.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dodô

DODÔ: AVE EXTINTA POR CAUSA DO HOMEM (EXTINTO DESDE FINAIS DO SÉCULO 17)

O dodô (Raphus cucullatus) era uma ave não voadora que habitava a ilha de Maurício. Parente dos pombos, tinha cerca de um metro de altura, comia frutas e fazia ninho no chão. O dodô foi extinto desde meados até o final do século 17. É comumente utilizado como o arquétipo de uma espécie extinta, pois a sua extinção ocorreu durante a história humana, e foi diretamente atribuída à atividade humana. Existem até expressões como “morto como um dodô”, que significa morto sem dúvida alguma, dentre outras.

Leão Das Cavernas

LEÃO DAS CAVERNAS: UM DOS MAIORES (EXTINTO HÁ 2.000 ANOS)



            

O leão das cavernas é uma subespécie extinta de leão conhecida a partir de fósseis e uma grande variedade de arte pré-histórica. Esta subespécie foi um dos maiores leões; um macho adulto, encontrado em 1985 perto de Siegsdorf (Alemanha), tinha uma altura de cerca de 1,2 metros e um comprimento de 2,1 metros sem a cauda, que é aproximadamente o mesmo tamanho de um leão moderno muito grande. Ele pode ter sido em torno de 5 a 10% maior do que os leões modernos. Aparentemente, foi extinto cerca de 10.000 anos atrás, durante a glaciação de Würm, embora haja alguns indícios de que pode ter existido até 2.000 anos atrás, nos Balcãs.

Arau

ARAU-GIGANTE (EXTINTO DESDE 1844)





O arau-gigante foi a única espécie do gênero Pinguinus a sobreviver até tempos recentes. Com cerca de 75 centímetros de altura e pesando 5 quilos, o animal, que não podia voar, foi o maior do grupo dos alcídeos. Tinha penas brancas e pretas brilhantes. No passado, foi encontrado em um grande número em ilhas do leste do Canadá, Groenlândia, Islândia, Noruega, Irlanda e Grã-Bretanha, mas acabou sendo caçado até a extinção. Restos encontrados na Flórida, EUA, sugerem que pelo menos ocasionalmente as aves se aventuraram até o sul no inverno (o que ocorreu até o século 14, mais ou menos).

Auroque

AUROQUE: TIPO GRANDE DE GADO (EXTINTO DESDE 1627)


Um dos mais famosos animais europeus extintos, o auroque ou urus (Bos primigenius) era um tipo muito grande de gado. Eles evoluíram na Índia há cerca de dois milhões de anos, migraram para o Oriente Médio e Ásia, e chegaram à Europa cerca de 250.000 anos atrás. Até o século 13, os auroques eram limitados à Polônia, Lituânia, Moldávia, Transilvânia e Prússia Oriental. O direito de caçar animais grandes em qualquer terreno era restrito aos nobres e, gradualmente, à realeza. Como sua população diminuiu, a caça terminou, e a corte forneceu campos abertos para o auroque pastar. Sua caça era punível com morte. Em 1564, apenas 38 animais existiam, de acordo com o levantamento real. O último, uma fêmea, morreu em 1627 na Floresta Jaktorów, na Polônia. Seu crânio foi posteriormente tomado pelo exército sueco.

Na década de 1920, dois funcionários de um zoológico alemão, os irmãos Heinz e Lutz Heck, tentaram “recriar” o auroque a partir de gado doméstico, que eram seus descendentes. O apelo era baseado na concepção de que a espécie não está extinta, desde que todos os seus genes ainda estejam presentes em uma população. O resultado é o chamado gado da raça Heck, ou “auroques Heck”, que tem uma semelhança incompleta com a fisiologia dos auroques selvagens.
                

Tigre Do Cáspio

TIGRE DO CÁSPIO: O TERCEIRO MAIOR TIGRE (EXTINTO DESDE 1970)

 

                

O tigre do Cáspio ou tigre persa era uma subespécie de tigre encontrada no Irã, Iraque, Afeganistão, Turquia, Mongólia, Cazaquistão, no Cáucaso, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão até que, aparentemente, desapareceu na década de 1970. De todos os tigres do mundo, era o terceiro maior. Seu corpo era forte com pernas longas, patas graúdas e garras excepcionalmente grandes. As orelhas eram curtas e pequenas. O tigre do Cáspio tinha bastante pelo no rosto; no resto do corpo, era longo e grosso. A coloração era semelhante à do tigre de Bengala. Os machos eram muito grandes e pesavam 169 a 240 quilos. As fêmeas não eram tão grandes, pesando 85 a 135 quilos. Ele também é um dos animais extintos ocasionalmente “avistados”.

Alce Irlandês

ALCE IRLANDÊS: O MAIOR CERVO (EXTINTO CERCA DE 7.700 ANOS ATRÁS)

O alce irlandês foi o maior veado que já existiu. Ele viveu na Eurásia, da Irlanda a leste do lago Baikal, durante o Pleistoceno. Os últimos restos conhecidos da espécie datam de cerca de 5.700 a.C., ou cerca de 7.700 anos atrás. O cervo gigante é famoso por seu tamanho, cerca de 2,1 metros de altura até os ombros, e em especial por ter a maior galhada de qualquer cervídeo conhecido (máximo de 3,65 metros, ponta a ponta, pesando até 40 quilos). Há uma certa discussão da causa de sua extinção; alguns têm sugerido que a caça foi um fator que contribuiu para seu desaparecimento, como muito da megafauna pré-histórica. Já outros consideram o tamanho do seu chifre, que certamente restringia a circulação dos machos em regiões da floresta. Mas a evidência para a caça excessiva não é confiável, e sendo uma espécie continental, ele teria coevoluído com os seres humanos ao longo da sua existência e, presumivelmente, se adaptado à sua presença.